segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Testado e aprovado # Phytorhum




Já vos falei aqui várias vezes de champôs da marca Phyto, que ao lado dos da René Furterer são os meus favoritos a nível de marcas de farmácia/parafarmácia, que são as que conheço melhor.

Em relação ao meu cabelo, para quem ainda é novo por estes lados, aviso-vos que é daqueles bem finos, com pouco volume e com tendência a oleoso. Tudo isto é um problema na altura de querer mantê-lo apresentável por mais de um/dois dias, sendo que a lavagem é praticamente obrigatória dia sim, dia não. Em relação a este tipo de cabelo existem champôs que são sempre importantes usar, seja dos específicos para cabelos oleosos, seja para dar volume ou para revitalizar e para conferir "energia"/brilho. 

No Outono senti que o cabelo estava a cair mais, como acaba por acontecer sempre depois do Verão e precisava de um empurrão, no que toca a vitalidade, por isso resolvi investir num champô do qual já tinha experimentado uma amostra, o Phytorhum.


O que diz a marca (www.phyto.pt):

PHYTORHUM contém gema de ovo, reconhecida pelas suas propriedades revitalizantes. A gema de ovo, além das propriedades emulsificantes, é muito rica em elementos nutritivos naturais: proteínas, lecitinas, vitaminas e minerais, entre eles o fósforo. Associada ao rum, derivado da cana de açúcar, regenera o sistema piloso, fortifica a fibra capilar, rehidrata a queratina e revitaliza o couro cabeludo. A ação hidratante da provitamina B5, e suavizante das flores de centáurea azul aportam suavidade e brilho aos cabelos.


A minha experiência com este produto tem sido bastante positiva. Pode ser usado em alternância com outro champô, ou mesmo diariamente, conforme as necessidades específicas do vosso cabelo. Eu continuo a usá-lo alternadamente com um próprio para cabelos tendencialmente oleosos.
Em relação ao cheiro (a rum), se no ínicio estranhamos, acabamos por nos acostumar e torna-se mesmo (relativamente) agradável. No que toca à aplicação não faz muita espuma, o que é um sinal positivo e com o seu uso continuado, o cabelo fica mais luminoso e com um ligeiro aumento de volume, o que no caso de cabelo fino já é um grande passo. 

Aconselho.


Mais um conselho: Quem tiver possibilidade de experimentar esta marca, experimente, vale todo o dinheiro investido e vão sentir diferenças notórias. Não querendo denegrir marcas à venda em supermercado, que também usei durante muito tempo, existindo várias de qualidade, se têm problemas de queda de cabelo, couro cabeludo sensibilizado, dermatite seborreica e afins, procurem um bom champô de tratamento de marcas especializadas. Cuidado com champôs demasiado agressivos, que podem piorar terrivelmente estas situações. 

Estou disponível para esclarecer as vossas dúvidas.

Uma boa semana para todos vocês. 


Psst psst...
Algum fã da Phyto desse lado?*

sábado, 17 de janeiro de 2015

Testado e aprovado # Loção adstringente e gel de limpeza Effaclar (La Roche-Posay)








Antes de começar esta publicação alerto-vos para o facto de nem todas as peles serem iguais e precisarem do mesmo. Muitas vezes os tipos de pele são mal "auto-diagnosticados", por isso informem-se bem antes de optarem por algum produto de tratamento/cuidado de rosto mais específico e peçam ajuda a quem sabe. Não usem só porque sim, porque apareceu no blog x ou y ou porque conhecem quem use.

Em relação à gama Effaclar da La Roche Posay, é pela minha experiência própria e pelo feedback que já recebi, uma das gamas de cuidado da pele mista/oleosa de excelência. Os produtos vão desde os cuidados básicos de limpeza e hidratação aos complementos de tratamentos anti-acneicos para estados mais severos (prescritos por dermatologistas).

A minha pele é mista, tendo zonas onde é particularmente oleosa, na chamada zona T (testa, nariz e queixo) e com poros abertos na zona circundante do nariz, o que por vezes se torna inestético e leva a brilhos e excesso de oleosidade ao longo do dia. Durante o ano, existem alturas em que a oleosidade tende a agravar e os poros abertos ficam mais evidentes, por isso numa dessas alturas resolvi experimentar a loção adstringente micro-esfoliante com compostos seborreguladores e LHA, um queratolítico, que ajuda a desobstruir os poros e a torná-los menos visíveis. Este produto é para utilizar na pele limpa, com a ajuda de uma compressa/algodão. Não o utilizo todos os dias, mas tenho gostado dos resultados, que se conseguem notar após algum tempo de aplicação. Tenham muito cuidado com o contorno dos olhos, nada de o aplicar nesta zona. Numa das minhas primeiras aplicações, passei a compressa embebida no produto, (por distracção) bem perto do contorno dos olhos e fiquei com esta zona muito irritada, seca e a repuxar imenso e foram precisos alguns dias e muita hidratação para que voltasse ao seu estado normal.

Em relação ao gel de limpeza, é outro dos produtos amigos de uma pele mista/oleosa. Atenção se a vossa pele apesar de oleosa, se encontra sensibilizada ou desidratada, nestes casos não é de todo a melhor ideia para um produto de limpeza. Trata-se de um óptimo produto, que limpa a pele da forma desejada, sem a agredir. Ao contrário de alguns géis demasiado detergentes, que levam a seborreia reactiva, não sinto que isso aconteça neste caso. Tem uma textura agradável, não sendo demasiado pastoso e retira-se sem dificuldade. 
Dois produtos que vou continuar a usar, que no meu caso funcionam bem em combinação com a minha restante rotina (sérum e creme) que depois tenho de vos mostrar. Mais uma vez chamo a atenção de que esta pode não ser a combinação de cuidados mais adequado em todas as situações, por isso avaliem bem o vosso caso. Por vezes caímos no erro de usar produtos que acabam por retirar em excesso a camada de gordura da pele e isso só piora toda a situação.

Depois destes cuidados, não nos podemos esquecer da hidratação. Não a descurem por possuírem pele mista/oleosa. Existem desta mesma gama, várias opções, assim como em marcas como a Uriage, Caudalie, (entre outras) e não se esqueçam da protecção solar, que é fulcral em pele com imperfeições, para impedir manchas indesejadas. Existem igualmente bons protectores solares com textura fluída. Se quiserem sugestões é só pedir. 

Espero que tenha ajudado.
Estou disponível para responder às vossas perguntas.

Conhecem esta gama? Que opinião têm?* 



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

(Óscares 2015) E os nomeados são...

Melhor Filme
American Sniper
Birdman
Boyhood
Grand Budapest Hotel
Imitation Game
Selma
Theory of Everything
Whiplash

Melhor Realizador
Birdman, de Alejandro G. Iñárritu
Boyhood, de Richard Linklater
Foxcatcher, de Bennett Miller
The Grand Budapest Hotel, de Wes Anderson
The Imitation Game, de Morten Tyldum

Melhor Ator
Steve Carell, em Foxcatcher
Bradley Cooper, em American Sniper
Benedict Cumberbatch, em The Imitation Game
Michael Keaton, em Birdman
Eddie Redmayne, em The Theory of Everything

Melhor Atriz
Marion Cotillard, em Two Days, One Night
Felicity Jones, em The Theory of Everything
Julianne Moore, em Still Alice
Rosamund Pike, em Gone Girl
Reese Witherspoon, em Wild

Melhor Ator Secundário
Robert Duvall, em The Judge
Ethan Hawke, em Boyhood
Edward Norton, em Birdman
Mark Ruffalo, em Foxcatcher
J.K. Simmons, em Whiplash

Melhor Atriz Secundária
Patricia Arquette, em Boyhood
Laura Dern, em Wild
Keira Knightley, em The Imitation Game
Emma Stone, em Birdman
Meryl Streep, em Into the Woods

Melhor Argumento Original
Birdman
Boyhood
Foxcatcher
The Grand Budapest Hotel
Nightcrawler

Melhor Argumento Adaptado
American Sniper
The Imitation Game
Inherent Vice
The Theory of Everything
Whiplash

Melhor Filme de Animação
Big Hero 6
The Boxtrolls
Song of the Sea
The Tale of Princess Kaguya
How to Train Your Dragon 2

Melhor Filme Estrangeiro
Ida (Polónia)
Leviathan (Rússia)
Tangerinas (Estónia)
Timbuktu (Mauritania)
Wild Tales (Argentina)

Melhor Documentário
CitizenFour, de Laura Poitras, Mathilde Bonnefoy e Dirk Wilutzky
Finding Vivian Maier, de John Maloof e Charlie Siskel
Last Days in Vietnam, de Rory Kennedy e Keven McAlester
The Salt of the Earth, de Wim Wenders, Juliano Ribeiro Salgado e David Rosier
Virunga, de Orlando von Einsiedel e Joanna Natasegara

Melhor Design de Produção
The Grand Budapest Hotel
The Imitation Game
Interstellar
Into the Woods
Mr. Turner

Melhor Fotografia
Birdman
The Grand Budapest Hotel
Ida
Mr. Turner
Unbroken

Melhor Guarda-Roupa
The Grand Budapest Hotel
Inherent Vice
Into the Woods
Maleficent
Mr. Turner

Melhor Montagem
American Sniper
Boyhood
The Grand Budapest Hotel
The Imitation Game
Whiplash

Melhor Maquilhagem e Cabelo
Foxcatcher
The Grand Budapest Hotel
Guardians of the Galaxy

Melhor Banda Sonora Original
The Grand Budapest Hotel, por Alexandre Desplat
The Imitation Game, por Alexandre Desplat
Interstellar, por Hans Zimmer
Mr. Turner, por Gary Yershon
The Theory of Everything, por Jóhann Jóhannsson

Melhor Canção Original
“Everything Is Awesome” de The Lego Movie, por Shawn Patterson
“Glory” de Selma, por John Stephens e Lonnie Lynn
“Grateful” de Beyond the Lights, por Diane Warren
“I’m Not Gonna Miss You” de Glen Campbell…I’ll Be Me, por Glen Campbell e Julian Raymond
“Lost Stars” de Begin Again, por Gregg Alexander e Danielle Brisebois

Melhor Edição de Som
American Sniper
Birdman
The Hobbit: The Battle of the Five Armies
Interstellar
Unbroken

Melhor Mistura de Som
American Sniper
Birdman
Interstellar
Unbroken
Whiplash

Melhores Efeitos Visuais
Captain America: The Winter Soldier
Dawn of the Planet of the Apes
Guardians of the Galaxy
Interstellar
X-Men: Days of Future Past

Melhor Curta de Animação
The Bigger Picturem, de Daisy Jacobs e Christopher Hees
The Dam Keeper, de Robert Kondo and Dice Tsutsumi
Feast, de Patrick Osborne and Kristina Reed
Me and My Moulton, de Torill Kove
A Single Life, de Joris Oprins

Melhor Curta Live-Action
Aya, de Oded Binnun e Mihal Brezis
Boogaloo and Graham, de Michael Lennox e Ronan Blaney
Butter Lamp (La Lampe Au Beurre De Yak), de Hu Wei e Julien Féret
Parvaneh, de Talkhon Hamzavi e Stefan Eichenberger
The Phone Call, de Mat Kirkby e James Lucas

Melhor Curta Documental
Crisis Hotline: Veterans Press 1, de Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry
Joanna, de Aneta Kopacz
Our Curse, de Tomasz Sliwinski e Maciej Slesicki
The Reaper (La Parka), de Gabriel Serra Arguello
White Earth, de J. Christian Jensen
Retirado de : http://www.cinema7arte.com/

Sem grandes surpresas (pelo menos para mim), foram revelados hoje os nomeados aos Óscares 2015. O filme Boyhood (do qual já vos falei aqui) é um dos favoritos, assim como o aclamado Birdman (também já falado aqui por estes lados). Como ainda me faltam ver vários dos filmes nomeados, não vou fazer previsões por agora. Estou bastante curiosa com o Imitation Game e com o Theory of Everything, mas espero conseguir ver todos antes da cerimónia de entrega dos prémios a 22 de Fevereiro.
E que ganhe o melhor...


                                               Os que já vi na categoria de melhor filme:
                                                      
Boyhood
Birdman

The Grand Budapest Hotel


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

New in #Os famosos botins da Stradivarius ...





Estávamos quase a chegar ao Natal, quando me deparei com estes botins. Como tenho um sério problema com botins pretos, tentei resistir mas, quando vestia vestidos e saias, achava que me faltava um calçado que encaixasse melhor com estas peças de vestuário, algo que não fosse de pele, algo mais casual chic e num material diferente. Depois de os experimentar e comprovar o seu conforto e estabilidade ao andar, devido ao salto pequenino e rectangular que tanto gosto, achei que podiam ser uma óptima escolha, tanto para o trabalho, como para um jantar de amigos ou um simples passeio de fim de semana. Basicamente, funcionavam sempre bem.

Como não queria gastar mais dinheiro em prendas de Natal (as tais que compramos para nós próprias) e como os saldos se estavam a aproximar, resolvi esperar. Ia espreitando na loja online para garantir que nada falhava e à meia noite, no primeiro minuto de saldos, lá estava eu agarrada ao PC, com a página da Stradivarius em espera. Já devem estar a adivinhar o que aconteceu, certo? Pois é, os queridos botins tinham passado para a nova colecção e melhor ainda... o meu número estava esgotado.
Sabem aquela sensação de "Porque é que não os comprei logo???!". O pânico, a revolta...

No dia seguinte, falei cm uma grande amiga que se ia aventurar pelos saldos e pedi-lhe para perguntar na loja ... nada. Não havia sinal de 38. Depois de mais umas visitas à loja online, na Segunda-feira seguinte decidi passar pela loja, sem muita esperança, apenas para perguntar em que lojas estavam disponíveis e a desejar secretamente, que no meio da confusão do primeiro dia de saldos, a funcionária se tivesse enganado a ver o número, ou que os meus adorados estivessem perdidos nos confins da loja e lá lhe pedi o 38. And guess what? Lá estavam eles no armazém. Chamem-lhe o que quiserem, mas fiquei mesmo contente. A odisseia de procura dos botins tinha finalmente acabado.

Resta-me dizer que já os usei várias vezes e estou bastante contente com o investimento. Mais uma vez prometi a mim mesma que quando estiver decidida a comprar algo, vou comprar no momento e não semanas depois para não andar metida nestes sarilhos . Yeah, right...



segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Golden Globes 2015* E no que toca a elegância, a noite foi de...

Emma Stone (Lanvin)

Amal Clooney (Dior)

Helen Mirren (Dolce & Gabbana)


Sou adepta da célebre frase "Menos é mais" e mais uma vez isso esteve provado na Gala dos Golden Globe Awards de 2015. Sem me querer alongar, apesar de ter gostado bastante de outros looks, estes foram para mim os que mais se destacaram pela sua elegância e por estarem adequados à idade de cada actriz, destacando-se na medida certa, mas mantendo o nível necessário a uma gala deste nível.

Well done!

domingo, 11 de janeiro de 2015

Nomeados # Birdman (Um grande filme)




Domingo é muitas vezes dia de cinema e não há muitos programas para mim, melhores do que este. Ver um filme no grande ecrã, torna tudo diferente, mais absorvente, mais impactante, mais marcante e por isso, embora não consiga ir as vezes que gostava, opto por manter vivo este meu interesse, com idas (semi)frequentes às salas de cinema. 

Todo o buzz à volta dos nomeados aos grandes prémios do cinema, levam a que o mês de Janeiro seja bastante rico em filmes que chamam a atenção. Alguns são apenas blockbusters que vivem de publicidade, outros acabam por ser flops que não se sabe bem como, mas conquistam prémios atrás de prémios mas há outros, bastantes até, que são bons, muito bons até e que marcam a história do cinema. O filme Birdman, é um deles.

Birdman conta a história de Riggan Thomson (Michael Keaton), antiga estrela de cinema devido ao papel como o super-herói Birdman. Depois de ter perdido todo o seu protagonismo e de ter sido "esquecido" pelo mundo que num tempo distante, o havia aclamado, decide criar uma peça na Broadway e reconstruir a sua carreira como actor, apesar de todas as dificuldades e problemas com que tem de lidar, sendo que por vezes a sua "voz interior" é a sua pior inimiga. Nesta jornada temos igualmente Emma Watson, que cativa pelo seu papel de filha problemática de antiga celebridade, Edward Norton, como um dos excêntricos actores da peça, assim como Naomi Watts, uma actriz que sempre sonhou em estrear uma peça na famosa Broadway.  Zach Galifianakis é o assistente/gestor que traz Riggan à realidade e que tenta manter tudo em ordem, tarefa muitas vezes impossível.

Estou curiosa com a aceitação deste filme, quer entre o público e mesmo entre os críticos e os "grandes" do mundo do cinema. Para além de ter um elenco de luxo, é uma das críticas mais inteligentes e bem elaboradas que vi nos últimos tempos. Uma crítica que não se limita à sociedade em geral, que vibra com blockbusters sem assunto e que muitas vezes não adere a obras de verdadeira qualidade e com actores com provas dadas, mas que vive de Facebook, Twitter, Instagram e da viralidade das publicações que por lá passam. Vejo este filme como uma chamada de atenção em que o próprio mundo do cinema, goza com a sua própria futilidade. A necessidade de afirmação do protagonista, a vontade de regressar ao passado, a procura incessante de fama e de afirmação, fazem com que as suas nomeaçõs a melhor actor sejam bem merecidas. Toda a realização do filme, em que a banda sonora de uma grande parte do mesmo, é feita por sons de bateria com variações de intensidade apropriadas, os planos de aproximação da câmara e o seu efeito de continuidade, tudo isto é notado, numa realização que impressionou. Aconselho e muito.


Ainda me faltam ver muitos dos filmes nomeados por isso não posso fazer previsões, mas sei que este será sempre um dos meus favoritos e espero que reconhecido nos Golden Globe Awards desta noite.

Forte, marcante e com um fim sujeito a interpretações. É disto que é feita a Sétima Arte.*